"Só não se perca ao entrar no meu infinito particular"



Prazer, Lu.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Tamanho importa

Algumas pessoas acreditam que tamanho não importa. Nunca! Tamanho importa, e muito. Refiro-me ao tamanho da cabeça. Exatamente! Na linguagem conotativa mesmo, digo: a inteligência.

Algumas situações passadas somadas ao presente me fizeram rabiscar essa preferência particular.

Vamos lá. Denomina-se afrodisíaco tudo que serve como estimulante sexual, alimentos, bebidas, danças, um filme, uma música, o ambiente, o poder, o cheiro, o cabelo, a pele (...) tudo aquilo que estimula e auxilia no bom  desempenho sexual, enfim, que desperta a imaginação e o desejo. Mas, particularmente, eu considero o conhecimento, um bom papo, a perspicácia, o talento, resumindo: a inteligência - o melhor afrodisíaco de todos. Incomparável. Imbatível!

Fiz até pesquisa informal, acredito muito na minha teoria, contudo, é uma preferência particular, ou seja, não consigo comprovar ou argumentar cientificamente.  O que posso afirmar é que muitos concordam comigo. A aparência até é importante, afinal, nos impressionamos inicialmente por ela, isso mesmo, a chamada “primeira impressão”, e neste sentido muita gente sem conteúdo que não costuma exercitar os neurônios e cultiva apenas músculos se dá bem por aí.

Não, isso não é papo furado. Eu concordo que um rostinho bonito e um corpo sarado contribuem e muito, inclusive se for possível somar tudo isso a inteligência é o tal prêmio máximo da loteria, mas, convenhamos, isso não é tudo, não é eficiente, não funciona. O que nos resta é ela, a criatividade, aquela inteligência descontraída, necessária para colocar em prática qualquer “fórmula mágica” de sedução e desejo.  Definitivamente, beleza nenhuma supera um alguém original.



Finalizando, o afrodisíaco da inteligência por si só também não basta, ele é importante para certos momentos da relação e para que haja algo além de um encontro breve,  ou de apenas uma noite. É preciso mais. Sim, é! Pode ter história, geografia, português, física, biologia e até religião, se não tiver química, não há afrodisíaco capaz de fazer uma relação funcionar.

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